DNS e entrega de conteúdo
Zonas hospedadas e Resolver do Route 53, políticas de roteamento e log de consultas, distribuições do CloudFront e Global Accelerator.
Os tópicos anteriores construíram caminhos de rede. Este trata do que acontece antes e depois deles: primeiro um nome precisa virar um endereço, depois alguém precisa decidir qual endereço devolver, e no fim alguma coisa precisa responder a requisição o mais perto possível do usuário. São 3 perguntas em sequência, e cada lição responde uma delas. A tarefa 5.2 do exame ("Configure domains, DNS services, and content delivery") cobre exatamente esse arco.
O que este tópico cobre
- Hosted zones públicas e privadas, registros alias contra CNAME, e a armadilha de NXDOMAIN que aparece quando uma zona privada reivindica um namespace inteiro
- O VPC Resolver no VPC+2, os endpoints inbound e outbound para DNS híbrido, e a precedência de uma Resolver rule sobre uma private hosted zone
- Os 2 recursos de query logging com o mesmo nome: o de DNS público, restrito a us-east-1, e o do Resolver, que atribui a consulta a uma instância
- Health checks do Route 53: os 3 tipos, a regra dos 18%, e a lacuna de validação de certificado nos checks HTTPS
- As 8 políticas de roteamento, com atenção especial às 3 que parecem rotear por localização e usam entradas diferentes
- Distribuições do CloudFront: ordem dos cache behaviors, cache key, os 3 TTLs e como eles sobrepõem o
Cache-Controlda origem, invalidação contra nomes versionados, HTTPS com domínio próprio e origin access control - Global Accelerator: IPs anycast estáticos, listeners, endpoint groups, traffic dials contra pesos de endpoint, e a fronteira que o separa do CloudFront
Por que isso importa
Erros de DNS não parecem erros de DNS. Eles aparecem como uma aplicação que funciona em um lugar e falha em outro, como um failover que demorou 5 minutos a mais do que deveria, ou como uma página que continua antiga depois do deploy. Em todos esses casos a correção está em saber qual componente respondeu e por quanto tempo a resposta fica guardada em cache.
A prova cobra isso pelas fronteiras. Alias contra CNAME, inbound contra outbound, geolocation contra latency contra geoproximity, traffic dial contra peso de endpoint, CloudFront contra Global Accelerator: cada par parece intercambiável até uma restrição do cenário separar os dois. Quem sabe qual dado de entrada cada opção usa responde de primeira.
