Segurança e confiabilidade
Quem protege o quê na nuvem e como os sistemas continuam no ar. Você aprende o modelo de responsabilidade compartilhada, as bases de identidade e criptografia, e os padrões por trás da alta disponibilidade e da recuperação de desastres.
Segurança e confiabilidade vem depois do domínio de serviços: agora que você já sabe nomear computação, armazenamento, bancos de dados e redes, precisa saber quem protege cada peça e o que mantém tudo funcionando. Este domínio responde a duas perguntas que todo time de nuvem enfrenta: de quem é a responsabilidade pela segurança, e como um sistema continua no ar quando algo falha.
Ele começa pelo modelo de responsabilidade compartilhada, a linha que separa o que o provedor protege do que continua sendo seu trabalho, e segue por identidade, criptografia e conformidade. A segunda metade troca a proteção dos dados pela continuidade do serviço: alta disponibilidade, escalabilidade, backups e os SLAs que colocam um número na promessa de disponibilidade.
O que este domínio cobre
- o modelo de responsabilidade compartilhada, e onde termina o trabalho de segurança do provedor e começa o seu
- gerenciamento de identidade e acesso, e como a nuvem confirma quem você é e o que você pode fazer
- criptografia e proteção de dados, tanto em repouso quanto em trânsito
- governança e conformidade para cargas de trabalho regulamentadas
- alta disponibilidade e tolerância a falhas, e como um sistema continua rodando quando um componente para
- escalabilidade e elasticidade, e por que elas não são a mesma coisa
- backup e recuperação de desastres
- monitoramento e SLAs, e o que uma garantia de disponibilidade realmente promete
Por que isso importa
A maioria dos incidentes de segurança na nuvem não é culpa do provedor. Eles vêm de um time que assumiu que o provedor cuidava de algo que era, na verdade, tarefa do cliente, como um bucket de armazenamento aberto ou uma chave de acesso com permissões demais. O modelo de responsabilidade compartilhada elimina essa suposição: quando você aponta onde termina o trabalho do provedor e onde começa o seu, "quem aplica esse patch" e "quem criptografa esses dados" deixam de ser um chute.
A confiabilidade importa por outro motivo. Um sistema perfeitamente seguro que cai continua sendo uma falha para o negócio que depende dele. Depois que você entende alta disponibilidade, escalabilidade e recuperação de desastres, consegue explicar por que um sistema bem projetado sobrevive à queda de um servidor sem que ninguém perceba, e o que um SLA promete de verdade. Este domínio dá o vocabulário que aparece em entrevistas de emprego na área de nuvem e no caminho de certificação para o qual este curso aponta.
