Estratégias de migração para a nuvem
Aprenda como a AWS planeja e executa a mudança para a nuvem: o Cloud Adoption Framework, as 7 estratégias de migração (os 7 Rs) e a AWS Snow Family para transferir grandes volumes de dados.
Depois de entender o que a nuvem oferece, a próxima pergunta é como uma organização chega lá de fato. Este tópico cobre o lado prático de migrar para a AWS: como planejar a mudança, como tratar cada aplicação e como mover dados grandes demais para enviar pela internet.
Migrar raramente é um passo só. Uma mudança grande toca orçamentos, times, segurança e sistemas que já existem, então a AWS oferece um framework para organizar o trabalho e um conjunto de estratégias com nome próprio para aplicar a cada carga de trabalho. O tópico percorre os dois, mais os dispositivos físicos que a AWS oferece quando a rede sozinha não dá conta dos dados.
O que este tópico cobre
- o AWS Cloud Adoption Framework (CAF) e seu papel como orientação de planejamento
- as 6 perspectivas do CAF e a divisão entre os grupos de negócio e os técnicos
- as 4 fases de uma transformação para a nuvem: Envision, Align, Launch, Scale
- as estratégias de migração conhecidas como os 7 Rs: retire, retain, rehost, relocate, repurchase, replatform, refactor
- como associar cada estratégia a uma carga de trabalho pela quantidade de mudança que ela exige
- a AWS Snow Family para a transferência offline de grandes volumes de dados e a computação de borda
Por que isso importa
O exame espera que você reconheça os conceitos de migração em cenários simples. Se uma questão descreve uma empresa planejando habilidades, governança e orçamento para a nuvem, isso aponta para o CAF. Se descreve mover uma aplicação sem mudanças ou reconstruir outra, isso aponta para um R específico. Conhecer esses termos pelo nome deixa você responder com segurança a um grupo comum de questões.
Essas ideias também refletem como as migrações reais acontecem. Os times avaliam suas aplicações, marcam cada uma com uma estratégia e escolhem o método de transferência certo conforme os dados e a banda. Quando você distingue um rehost de um refactor, ou sabe quando enviar um Snowball Edge em vez de transferir dados online, consegue acompanhar um plano de migração e explicar as trocas por trás dele.
